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Sobre as categorias: estes rótulos organizam exemplos de propostas políticas, não representam todas as posições de cada corrente. Cada alternativa pode ser selecionada independentemente. Uma resposta não determina sua identidade política.
1. Escolha sua atividade
Qual a faixa de área do seu estabelecimento rural?
Faixas estatísticas de área usadas pelo IBGE, sem pedir renda: menos de 10 ha; de 10 a menos de 100 ha; de 100 a menos de 1.000 ha; 1.000 ha ou mais. Essas faixas não definem automaticamente pequeno/médio/grande imóvel. Pelo Incra, o porte legal depende do módulo fiscal do município: até 4 módulos (pequena, respeitadas condições legais), acima de 4 até 15 (média) e acima de 15 (grande). Agricultura familiar também tem outros requisitos.
Direitos comuns — sem pergunta de escolha
A Constituição assegura a liberdade de consciência, de crença e de culto, incluindo a liberdade de não professar religião (art. 5º, VI e VIII). Como os três cartões não traziam diferença documentada nessa garantia, esta pergunta foi omitida da pontuação. Isso não significa que todas as políticas religiosas possíveis sejam iguais.
Fonte: Constituição Federal.
2. Coloque suas prioridades em ordem
Use as setas ↑ e ↓. O primeiro tema recebe o maior peso automaticamente. Você não precisa escolher pesos individuais.
3. Leia e escolha as propostas
Os efeitos são possibilidades, não resultados garantidos. Marque os cartões cujas propostas você apoia; toque novamente para desmarcar. É possível marcar mais de um ou deixar todos desmarcados.
Direitos já garantidos: o voto feminino foi reconhecido nacionalmente em 1932; a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) permanece vigente; o aborto legal se aplica a estupro, risco de vida e anencefalia; o feminicídio tornou-se crime autônomo pela Lei 14.994/2024. Não confunda direitos existentes com promessas novas. Fontes: TSE, Lei Maria da Penha, Ministério da Saúde e Lei do Feminicídio.
4. Resumo das respostas
Respostas registradas: 0
A síntese registra apenas escolhas declaradas. Não atribui orientação ideológica ou intenção de voto a partir delas.
Outras referências políticas e fontes
As expressões “esquerda”, “direita” e “extrema direita” têm significados debatidos e não são intercambiáveis com programas de governo individuais. O material acima compara propostas documentadas de esquerda, direita e ala conservadora do PL; não apresenta , Pablo Marçal e Tarcísio de Freitas como autores de um mesmo programa.
Para consultar propostas individuais, use os documentos oficiais do TSE — planos presidenciais de 2026 e os respectivos programas eleitorais de eleições anteriores ou estaduais. Ausência de uma proposta escrita não autoriza atribuir uma posição ao agente político.
Projetos documentados e diferenças entre direitos
Voto × cotas: o voto feminino permanece garantido. O Senado registrou o PL 1.256/2019, que buscava revogar as cotas de candidaturas por sexo, e a Agência Estado/UOL documentou defesa pública semelhante em 2020. Isso não equivale a retirar o voto das mulheres.
Aborto legal: PL 1.904/2024 — texto na Câmara. Maria da Penha: levantamento da Revista AzMina sobre projetos em 2025–2026. Votos parlamentares históricos: levantamento da Fundação Perseu Abramo (fonte de posicionamento partidário, a conferir com registros legislativos originais).
Os exemplos são identificados por número de projeto, data e origem. Um projeto apresentado não é necessariamente aprovado; uma posição de parlamentar não representa automaticamente todos os adeptos de determinada ideologia. Fontes partidárias são atribuídas explicitamente.
Metodologia, limitações e fontes
Nova fonte sobre antifeminismo e atuação parlamentar (06/10/2026): Camila Galetti, Intercept Brasil. A reportagem relaciona atuação de influenciadoras e lideranças eleitas com discursos antifeministas, críticas à tipificação do feminicídio e oposição a políticas de gênero. As conclusões interpretativas são atribuídas à autora; vínculos financeiros e propostas formais exigem provas específicas.
Como funciona: a pessoa seleciona apenas uma faixa de atividade econômica (sem informar nome ou renda), pode ordenar todos os temas e marcar independentemente zero, uma, duas ou três propostas por tema. A posição na lista define o peso automaticamente: o primeiro recebe peso igual ao número de temas, o último recebe peso 1. A soma de cada conjunto corresponde aos pesos dos temas cujos cartões foram selecionados. Os três totais não são percentuais exclusivos, pois é possível marcar mais de um cartão por tema.
O que o resultado significa: indica somente quais conjuntos de propostas foram marcados e sua importância relativa. Não representa diagnóstico de identidade política, avaliação de candidatos, previsão eleitoral ou análise científica validada. Os rótulos ideológicos sintetizam famílias heterogêneas de propostas; nenhuma corrente tem posição uniforme em todos os assuntos. Questões com propostas indistinguíveis não são utilizadas para diferenciar correntes.
Direitos vigentes: direitos constitucionais e normas como a Lei Brasileira de Inclusão (13.146/2015) e a jurisprudência do STF sobre homotransfobia são obrigações vigentes, não benefícios exclusivos de uma corrente. As descrições dos cartões não afirmam que uma corrente pretende revogar direitos sem um documento específico.
Privacidade: o questionário não envia dados ou respostas; não há conta, banco de dados ou mecanismo de coleta. Exportação e impressão são ações locais do usuário. Links externos podem registrar visitas conforme políticas próprias.
Referências jurídicas: Lei Brasileira de Inclusão; STF, ADO 26 e MI 4733; Constituição Federal.
Textos explicativos adaptados do comparador anterior; confira a redação original dos programas antes de usar em divulgação pública. Critérios fundiários: Censo Agropecuário — IBGE e módulo fiscal — Incra. Programas: TSE e Livro Amarelo. Uma ordenação pessoal das prioridades não representa avaliação da qualidade dos programas.
Fontes de referência: TSE — programas de 2026; Missão — Livro Amarelo; PL — programa 2026; PL — plano 2022. As estimativas de efeitos são hipóteses condicionais.
Fonte complementar — ataques ao voto feminino
A reportagem “Por dentro da rede de influenciadores que ataca o voto feminino no Brasil” (Shin Suzuki, BBC News Brasil, 2026) registra esse debate público. É necessário separar defesa de retirar o voto, propostas de reduzir cotas eleitorais e alegações de patrocínio partidário. Não se presume financiamento por partido sem documentação específica.